quinta-feira, 21 de agosto de 2014

CONSERVANDO O EQUILÍBRIO EM MEIO AS TORMENTAS DA VIDA



         O Brasil inteiro ficou chocado com a morte trágica que vitimou o ex governador e presidenciável Eduardo Campos, que munido de um grande ideal pela nossa nação, teve sua vida precocemente ceifada na manhã da quarta feira, dia 13 de agosto vigente, em Santos – São Paulo.

         Entretanto, esta mensagem não é sobre o legado político que esse grande líder, herdeiro da bandeira política do seu avô Miguel Arraes, deixou. Revistas, jornais e programas já fizeram isso e com muita qualidade. O legado que quero destacar aqui é outro: A família. Eduardo deixou um grande exemplo de ser humano, além do grande político que foi. 

         Enquanto a sociedade assiste, inerte, a destruição das famílias, principalmente quando o personagem alcança uma posição de destaque no meio social, quer seja no campo artístico, social ou político, Eduardo deixou plantado na memória de todos, uma linda mensagem que não foi escrita, porém vivenciada: Não vamos desistir da família”. A esposa “Dona Renata Campos” e seus cinco filhos com certeza sofreram tão grande perca. No entanto, o amor, o carinho, o exemplo e o companheirismo do líder familiar os trouxe conforto até na hora da dor.

       Foram muitas as homenagens, praticamente de todos os segmentos da sociedade. Programas e partidos políticos lembraram sua trajetória. Até canais religiosos de todos os segmentos mencionaram os bons exemplos do ser humano que foi Eduardo Campos.   
       No entanto, o destaque que faço é para aquela que, mesmo em meio ao terremoto emocional capaz de abalar qualquer ser humano, demonstrou um equilíbrio praticamente sobrenatural. Na vida e na morte dignificou o papel de esposa, mãe e guerreira. Ela que foi uma das maiores interlocutoras de Eduardo, e que de alguma forma também governou o nosso Estado, já que os assuntos mais importantes na pauta do governo só eram implementados depois de ouvida sua opinião, deixou os brasileiros orgulhosos da grande mulher que é.

      Como cidadão brasileiro e principalmente nordestino, quero apresentar a D. Renata os meus sentimentos de pesar e ao mesmo tempo os meus parabéns pelo equilíbrio e pela demonstração de humildade e sensibilidade ao recusar cargos e posições de destaque, para, no momento, se preocupar com algo de muito mais valor: Seus cinco filhos. 
       Por fim, hipoteco a minha admiração e, como filho de Deus, a minha oração em favor da maior herança deixada pelo saudoso Eduardo. Sua família: Renata Campos, a fiel companheira, e os cinco filhos: Maria Eduarda, nascida em 1992, João Henrique, nascido em 1993, Pedro Henrique, nascido em 1995, José Henrique, nascido em 2005 e Miguel, o mais novo, que nasceu em 28 de janeiro de 2014. 

                                       A todos o meu abraço.

                                       Força D. Renata. O Senhor é contigo!             

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